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Caixa anuncia 6 meses de carência em novos financiamentos imobiliários

Publicado em 10 de Abril de 2020 às 10:43 AM

Publicado em 09/04/2020 - 11:39 Por Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil - BrasíliaA Caixa Econômica Federal anunciou hoje (9) novas medidas para o mercado de crédito imobiliário, como carência para novos financiamentos, aumento do tempo de pausa nos contratos e renegociação de dívidas, tanto para pessoas...

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Conhecimento que transforma!!!

Publicado em 10 de Outubro de 2019 às 11:06 AM

Esta frase resume toda a experiência que buscamos participando do maior evento sobre mercado imobiliário da América Latina. Atualização e aprimoramento são palavras chave em nosso desenvolvimento para entregar á você, cliente, o melhor atendimento profissional. Trouxemos de São Paulo novas ideias, parcerias, aprendizado e muita vontade de evoluir cada vez mais.

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Caixa reduz juros para financiamentos imobiliários

Publicado em 10 de Outubro de 2019 às 10:38 AM

São Paulo — A Caixa Econômica Federal informou nesta terça-feira, 8, a redução de até 1,0 ponto porcentual das taxas de juros para financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A menor taxa de juros cobrada pela Caixa passará de 8,50% mais a Taxa Referencial (TR) para 7,50% mais a TR. Já a maior taxa irá de 9,75% mais a TR para 9,50% mais a TR.

De acordo com a Caixa, as novas taxas passam a valer na segunda-feira, dia 14 de outubro. O corte de juros valerá para créditos com saldo devedor atualizado pela TR no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O corte de juros surge na esteira das reduções mais recentes da Selic (a taxa básica de juros da economia), atualmente em 5,50% ao ano. Com uma Selic mais baixa, várias instituições financeiras anunciaram recentemente cortes em suas taxas para o crédito imobiliário.

A redução anunciada agora pela Caixa não abarca os contratos, lançados recentemente pelo banco, que são indexados ao IPCA – o índice oficial de inflação. Nestes contratos, as taxas de juros variam de 2,95% mais o IPCA a 4,95% mais o IPCA.

Por Estadão Conteúdo

Publicado em 8 out 2019, 09h23

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Mutuários com um ano de serviços poderão sacar FGTS, aprova CAS

Publicado em 12 de Abril de 2019 às 06:08 AM

Da Redação | 10/04/2019, 10h42   Mutuários com um ano de trabalho com carteira assinada poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar ou amortizar o saldo devedor do financiamento imobiliário. O benefício é previsto no Projeto de Lei do Senado (PLS) 359/2015, aprovado nesta quarta-feira (10), na...

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Novas Regras IPTU do Rio de Janeiro

Publicado em 01 de Outubro de 2017 às 08:36 AM

Prefeitura alega que mais de 1,1 milhão de pessoas não pagam o imposto atualmente, pois tem o valor venal declarado de até R$ 40 mil.As novas regras do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) do Rio foram publicadas na edição desta sexta-feira (29) do Diário Oficial do município. Segundo a prefeitura, mais de 1,1 milhão de...

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Sobe valor de imóvel financiado com recursos do fundo

Publicado em 26 de Janeiro de 2017 às 12:25 PM


Sobe valor de imóvel financiado com recursos do fundo (O Dia, Economia, 24/jan)
O governo federal aumentou o limite de contratação de financiamento de imóveis com recursos do programa pró-cotista do FGTS. Ontem o Ministério das Cidades alterou instrução normativa que regulamenta o programa e adequou os limites de contratação da linha aos preços máximos de aquisição de imóveis. Em novembro do ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou que o valor máximo de imóveis financiados pelos recursos do FGTS passasse de R$ 650 mil para R$ 800 mil, com exceção de Rio, Minas Gerais, São Paulo e no Distrito Federal, que vão para R$ 950 mil.

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Corte nos juros é positivo, mas ainda insuficiente para o mercado imobiliário, diz Secovi-SP

Publicado em 21 de Janeiro de 2017 às 05:31 PM

(Portal fator Brasil – Noticia – 13/01/2017)

Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, elogiou o anúncio do Copom de cortar 0,75% da taxa Selic. Porém, o impacto da medida para o setor imobiliário é pequeno.

A redução de 0,75% da taxa Selic, de 13,75% para 13% ao ano, apesar de extremamente positiva para o País, não altera as condições atuais de produção imobiliária, que está desaquecida há dois anos consecutivos. “É muito positivo esse corte na taxa de juros, porque reafirma a preocupação do Banco Central em reativar a economia e estimular a geração de empregos. Mas, particularmente para o mercado imobiliário, a medida é insuficiente”, avalia o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

A desaceleração da inflação e a queda dos juros são medidas necessárias, conforme Amary, mas ainda seguem isoladas para o setor. “Sozinhas, elas não funcionam para a indústria imobiliária, cuja atividade é de longo prazo e dependente do custo do crédito. Somente com dinheiro barato os empresários conseguirão lançar novas unidades com segurança e em larga escala, e os compradores tomar empréstimo financeiro com confiança. Precisamos de um conjunto de propostas”, ressalta Amary.

No entanto, Amary acredita que, agora, com juros mais baixos, a Letra Imobiliária Garantida (LIG), alternativa de captação de crédito, poderá ser regulamentada e ter efetividade. “Teremos mais crédito disponível”, ressalta Amary.

Medidas insuficientes — Mesmo com juros baixos e inflação controlada, Amary ainda considera insuficientes as medidas anunciadas no final de 2016 pela presidência da República para atenuar a crise econômica, diminuir a burocracia, aumentar a produtividade e combater o desemprego no setor imobiliário.

O dirigente lembra que há o compromisso do governo em aperfeiçoar o cadastro positivo, criar um sistema único para quitar obrigações tributárias e trabalhistas das empresas, reduzir a multa adicional de 10% do FGTS nos casos de demissões sem justa causa e melhorar a remuneração dos trabalhadores que recolhem ao Fundo. “Porém, são medidas de longo prazo.” Amary diz que, agora, o setor vai trabalhar para ampliar os itens da pauta de melhorias necessárias para o desenvolvimento do setor, como criar a faixa 4 do Programa Minha Casa, Minha Vida, diminuir a burocracia na análise de processos de licenciamento ambiental de empreendimentos e criar regras claras para os distratos. “Esperamos o avanço dos projetos de lei protocolados tanto na Câmara quanto no Senado que tratam desses temas e para os quais o Secovi-SP apresentou diversas sugestões”, conclui.

 

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Financiamento Imobiliário

Publicado em 09 de Setembro de 2016 às 05:46 PM

https://www.youtube.com/watch?v=fYqPrGCEyCA

Publicado em 9 de set de 2016
Acompanhe neste programa tudo sobre os financiamentos imobiliários. Pagar por um imóvel à vista é algo que apenas uma pequena parcela da população conquista. A solução encontrada é o financiamento imobiliário, onde as pessoas conseguem parcelar a tão almejada moradia. Conhecer como funciona este segmento na prática é um dever do corretor de imóveis

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Recuperação do setor imobiliário deve ser impulsionada por alta do dólar e amadurecimento do mercado

Publicado em 25 de Março de 2016 às 10:28 PM

Para investidores internacionais que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, o momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década

A alta do dólar, somada aos primeiros sinais de recuperação da economia e ao amadurecimento do mercado devem ser os principais responsáveis pela retomada do crescimento do setor imobiliário brasileiro. É o que aponta o Global Market Outlook 2016, estudo realizado pela Ernst & Young (EY) sobre tendências de investimento no segmento imobiliário.

De acordo com a pesquisa, o cenário de rara confluência de fatores deve aumentar a atratividade do mercado brasileiro para o capital estrangeiro, o que deve impulsionar sua recuperação ao longo dos próximos 12 a 24 meses.

“Os preços caíram e estão extremamente atrativos. Para os investidores estrangeiros que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, esse momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década. Apesar disso, muitos ainda esperam uma maior clareza nos cenários político e econômico antes de colocarem suas fichas em propriedades brasileiras”, avalia Viktor Andrade, sócio líder de transações do mercado imobiliário da EY para o Brasil e América do Sul.

Embora a desaceleração econômica e o alto índice de construção na última década, que levou a um excesso de oferta no mercado, possam ser considerados fatores de risco para os investidores, há boas razões para apostar na recuperação do setor no médio prazo. A desvalorização do real, que tende a ter um efeito significativo sobre a capacidade exportadora do Brasil, e as projeções do Banco Mundial para o crescimento de 2% do PIB brasileiro em 2017, uma melhoria significativa frente à projeção negativa para 2015, são alguns dos pontos que devem tornar o segmento atrativo para o capital estrangeiro.

Para Andrade, nos últimos 10 anos, o mercado amadureceu, mesmo que ainda esteja sentindo as dores desse rápido crescimento, e está mais experiente e preparado. “O desenvolvimento de nichos, que não existiam antes do boom da construção, tais como armazéns, hotéis, armazenamento e saúde, é um exemplo dessa evolução e ajuda a reduzir alguns dos riscos enfrentados pelos investidores”, diz o executivo.

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