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Conhecimento que transforma!!!

Publicado em 10 de Outubro de 2019 às 11:06 AM

Esta frase resume toda a experiência que buscamos participando do maior evento sobre mercado imobiliário da América Latina. Atualização e aprimoramento são palavras chave em nosso desenvolvimento para entregar á você, cliente, o melhor atendimento profissional. Trouxemos de São Paulo novas ideias, parcerias, aprendizado e muita vontade de evoluir cada vez mais.

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Caixa reduz juros para financiamentos imobiliários

Publicado em 10 de Outubro de 2019 às 10:38 AM

São Paulo — A Caixa Econômica Federal informou nesta terça-feira, 8, a redução de até 1,0 ponto porcentual das taxas de juros para financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A menor taxa de juros cobrada pela Caixa passará de 8,50% mais a Taxa Referencial (TR) para 7,50% mais a TR. Já a maior taxa irá de 9,75% mais a TR para 9,50% mais a TR.

De acordo com a Caixa, as novas taxas passam a valer na segunda-feira, dia 14 de outubro. O corte de juros valerá para créditos com saldo devedor atualizado pela TR no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O corte de juros surge na esteira das reduções mais recentes da Selic (a taxa básica de juros da economia), atualmente em 5,50% ao ano. Com uma Selic mais baixa, várias instituições financeiras anunciaram recentemente cortes em suas taxas para o crédito imobiliário.

A redução anunciada agora pela Caixa não abarca os contratos, lançados recentemente pelo banco, que são indexados ao IPCA – o índice oficial de inflação. Nestes contratos, as taxas de juros variam de 2,95% mais o IPCA a 4,95% mais o IPCA.

Por Estadão Conteúdo

Publicado em 8 out 2019, 09h23

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Mutuários com um ano de serviços poderão sacar FGTS, aprova CAS

Publicado em 12 de Abril de 2019 às 06:08 AM

Da Redação | 10/04/2019, 10h42

 

Mutuários com um ano de trabalho com carteira assinada poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar ou amortizar o saldo devedor do financiamento imobiliário. O benefício é previsto no Projeto de Lei do Senado (PLS) 359/2015, aprovado nesta quarta-feira...

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Novas Regras IPTU do Rio de Janeiro

Publicado em 01 de Outubro de 2017 às 08:36 AM

Prefeitura alega que mais de 1,1 milhão de pessoas não pagam o imposto atualmente, pois tem o valor venal declarado de até R$ 40 mil.
As novas regras do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) do Rio foram publicadas na edição desta sexta-feira (29) do Diário Oficial do município. Segundo a pref...

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Sobe valor de imóvel financiado com recursos do fundo

Publicado em 26 de Janeiro de 2017 às 12:25 PM


Sobe valor de imóvel financiado com recursos do fundo (O Dia, Economia, 24/jan)
O governo federal aumentou o limite de contratação de financiamento de imóveis com recursos do programa pró-cotista do FGTS. Ontem o Ministério das Cidades alterou instrução normativa que regulamenta o programa e adequou os limites de contratação da linha aos preços máximos de aquisição de imóveis. Em novembro do ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou que o valor máximo de imóveis financiados pelos recursos do FGTS passasse de R$ 650 mil para R$ 800 mil, com exceção de Rio, Minas Gerais, São Paulo e no Distrito Federal, que vão para R$ 950 mil.

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Corte nos juros é positivo, mas ainda insuficiente para o mercado imobiliário, diz Secovi-SP

Publicado em 21 de Janeiro de 2017 às 05:31 PM

(Portal fator Brasil – Noticia – 13/01/2017)

Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, elogiou o anúncio do Copom de cortar 0,75% da taxa Selic. Porém, o impacto da medida para o setor imobiliário é pequeno.

A redução de 0,75% da taxa Selic, de 13,75% para 13% ao ano, apesar de extremamente positiva para o País, não altera as condições atuais de produção imobiliária, que está desaquecida há dois anos consecutivos. “É muito positivo esse corte na taxa de juros, porque reafirma a preocupação do Banco Central em reativar a economia e estimular a geração de empregos. Mas, particularmente para o mercado imobiliário, a medida é insuficiente”, avalia o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

A desaceleração da inflação e a queda dos juros são medidas necessárias, conforme Amary, mas ainda seguem isoladas para o setor. “Sozinhas, elas não funcionam para a indústria imobiliária, cuja atividade é de longo prazo e dependente do custo do crédito. Somente com dinheiro barato os empresários conseguirão lançar novas unidades com segurança e em larga escala, e os compradores tomar empréstimo financeiro com confiança. Precisamos de um conjunto de propostas”, ressalta Amary.

No entanto, Amary acredita que, agora, com juros mais baixos, a Letra Imobiliária Garantida (LIG), alternativa de captação de crédito, poderá ser regulamentada e ter efetividade. “Teremos mais crédito disponível”, ressalta Amary.

Medidas insuficientes — Mesmo com juros baixos e inflação controlada, Amary ainda considera insuficientes as medidas anunciadas no final de 2016 pela presidência da República para atenuar a crise econômica, diminuir a burocracia, aumentar a produtividade e combater o desemprego no setor imobiliário.

O dirigente lembra que há o compromisso do governo em aperfeiçoar o cadastro positivo, criar um sistema único para quitar obrigações tributárias e trabalhistas das empresas, reduzir a multa adicional de 10% do FGTS nos casos de demissões sem justa causa e melhorar a remuneração dos trabalhadores que recolhem ao Fundo. “Porém, são medidas de longo prazo.” Amary diz que, agora, o setor vai trabalhar para ampliar os itens da pauta de melhorias necessárias para o desenvolvimento do setor, como criar a faixa 4 do Programa Minha Casa, Minha Vida, diminuir a burocracia na análise de processos de licenciamento ambiental de empreendimentos e criar regras claras para os distratos. “Esperamos o avanço dos projetos de lei protocolados tanto na Câmara quanto no Senado que tratam desses temas e para os quais o Secovi-SP apresentou diversas sugestões”, conclui.

 

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Financiamento Imobiliário

Publicado em 09 de Setembro de 2016 às 05:46 PM

https://www.youtube.com/watch?v=fYqPrGCEyCA

Publicado em 9 de set de 2016
Acompanhe neste programa tudo sobre os financiamentos imobiliários. Pagar por um imóvel à vista é algo que apenas uma pequena parcela da população conquista. A solução encontrada é o financiamento imobiliário, onde as pessoas conseguem parcelar a tão almejada moradia. Conhecer como funciona este segmento na prática é um dever do corretor de imóveis

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Recuperação do setor imobiliário deve ser impulsionada por alta do dólar e amadurecimento do mercado

Publicado em 25 de Março de 2016 às 10:28 PM

Para investidores internacionais que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, o momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década

A alta do dólar, somada aos primeiros sinais de recuperação da economia e ao amadurecimento do mercado devem ser os principais responsáveis pela retomada do crescimento do setor imobiliário brasileiro. É o que aponta o Global Market Outlook 2016, estudo realizado pela Ernst & Young (EY) sobre tendências de investimento no segmento imobiliário.

De acordo com a pesquisa, o cenário de rara confluência de fatores deve aumentar a atratividade do mercado brasileiro para o capital estrangeiro, o que deve impulsionar sua recuperação ao longo dos próximos 12 a 24 meses.

“Os preços caíram e estão extremamente atrativos. Para os investidores estrangeiros que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, esse momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década. Apesar disso, muitos ainda esperam uma maior clareza nos cenários político e econômico antes de colocarem suas fichas em propriedades brasileiras”, avalia Viktor Andrade, sócio líder de transações do mercado imobiliário da EY para o Brasil e América do Sul.

Embora a desaceleração econômica e o alto índice de construção na última década, que levou a um excesso de oferta no mercado, possam ser considerados fatores de risco para os investidores, há boas razões para apostar na recuperação do setor no médio prazo. A desvalorização do real, que tende a ter um efeito significativo sobre a capacidade exportadora do Brasil, e as projeções do Banco Mundial para o crescimento de 2% do PIB brasileiro em 2017, uma melhoria significativa frente à projeção negativa para 2015, são alguns dos pontos que devem tornar o segmento atrativo para o capital estrangeiro.

Para Andrade, nos últimos 10 anos, o mercado amadureceu, mesmo que ainda esteja sentindo as dores desse rápido crescimento, e está mais experiente e preparado. “O desenvolvimento de nichos, que não existiam antes do boom da construção, tais como armazéns, hotéis, armazenamento e saúde, é um exemplo dessa evolução e ajuda a reduzir alguns dos riscos enfrentados pelos investidores”, diz o executivo.

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CAIXA anuncia medidas para reaquecer mercado imobiliário

Publicado em 25 de Março de 2016 às 10:20 PM

O anúncio foi feito pela presidenta do banco, Miriam Belchior, durante a divulgação do balanço de 2015, em São Paulo

A CAIXA anunciou, nesta terça-feira (8/03), medidas para reaquecer a demanda por crédito imobiliário no país. O anúncio foi feito pela presidenta do banco, Miriam Belchior, durante a divulgação do balanço de 2015, em São Paulo.

No ano passado, a CAIXA manteve a liderança folgada no segmento, com participação de 67,2%. O volume de financiamentos somou R$ 91,1 bilhões e envolveu 792 mil unidades, beneficiando 2,9 milhões de pessoas.

Os destaques são a ampliação da oferta de crédito para novas contratações, o aumento da fatia financiável de imóveis usados e a reabertura das operações de financiamento do segundo imóvel. “Essas medidas têm duplo impacto, uma vez que viabilizam o acesso à moradia para a população e aquecem o segmento da construção civil, gerando mais emprego e renda”, observou Miriam Belchior.

Segundo Miriam Belchior, a expectativa é elevar o volume de contrações em 13% este ano, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais, sendo 29,7 mil financiadas com recursos de do FGTS e 34,3 mil pela poupança.

A elevação da oferta crédito para novos empréstimos utilizará recursos adicionais do Fundo de Garantia. Dos R$ 22,5 bilhões liberados em fevereiro pelo Conselho Curador do FGTS, R$ 16,1 bilhões (72%) serão destinados à CAIXA.

A CAIXA aplicará perto de R$ 7 bilhões na linha pró-cotista. Ela permite a trabalhadores com conta ativa no fundo financiarem 85% do valor de imóveis novos e usados em áreas urbanas de até R$ 750 mil pelo prazo máximo de 30 anos a taxas de juros entre 7,85% e 8,85% ao ano.

O banco prevê ainda uma linha de R$ 2,4 bilhões com taxas especiais para construtoras de todos os portes. Dinheiro para financiar a produção de imóveis de até R$ 500 mil.

O aumento da fatia financiável de imóveis usados para até 80% de seu valor (70% para trabalhadores da iniciativa privada e 80% para servidores públicos) deve destravar o mercado imobiliário para os segmentos das classes média e alta, em que o imóvel atual é utilizado como entrada na compra de um novo.

Além disso, a CAIXA vai reabrir as operações de financiamento do segundo imóvel com as mesmas condições (taxas de juros e prazos) oferecidas para quem está comprando o primeiro. “Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou Miriam Belchior.

 

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Novo Código de Processo Civil simplifica, acelera e democratiza a Justiça

Publicado em 23 de Março de 2016 às 11:14 PM

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O novo CPC(Código de Processo Civil), que entrou em vigor na última sexta (18), traz a expectativa de mudanças no Poder Judiciário, em que 100 milhões de processos correm a passos muito lentos. A nova legislação promete concretizar as garantias constitucionais do acesso à Justiça, da razoável duração do processo, do devido processo legal, da isonomia e da segurança jurídica.

A aplicação das novas regras, que operam o frágil e sutil equilíbrio entre segurança jurídica e celeridade processual, deve simplificar o rito judicial, estimular a mediação e a conciliação, diminuir o número de recursos cabíveis e detalhar a litigância de má-fé. Nesse último caso, o novo CPC impõe severas multas a quem fizer o mau uso da Justiça. Com a nova disciplina, deseja-se pôr fim à probabilidade de os processos resultarem em decisões injustas.

O novo CPC institui um procedimento único para a sentença, primando pela celeridade. Como exemplo, determina que as testemunhas, antes intimadas pelo próprio juiz, sejam agora levadas a juízo pelo advogado e que todos os possíveis recursos sejam apreciados em um só momento. Espera-se, assim, ter um rito processual menos conturbado.

Ficam também fortalecidos os princípios do contraditório e da ampla defesa, cujo papel é assegurar decisões justas às partes. Matérias que podem ser conhecidas por iniciativa do magistrado só poderão ser resolvidas após manifestação de ambos os lados. Em casos de incidentes de desconsideração da pessoa jurídica, por exemplo, os sócios de empresas não poderão mais ter seus bens penhorados sem que lhes seja assegurado o direito de defesa.

Privilegiando a isonomia, o novo Código garante o respeito a precedentes, evitando que casos idênticos recebam tratamentos distintos pelo Judiciário, e o respeito à cronologia das ações, determinando que sejam julgadas de acordo com sua conclusão pelo juiz.

O papel da advocacia como função essencial à Justiça é reconhecido pelo novo CPC, que assegura aos advogados férias ao fim do ano e reforça a natureza alimentar de seus honorários. São duas novidades muito importantes para os advogados, que, até então, não contavam com  tais direitos assegurados. A valorização da advocacia resulta numa melhor defesa dos interesses dos cidadãos e, consequentemente, na melhor entrega da prestação jurisdicional.

Aliás, a entrada em vigor do novo CPC foi alvo de polêmica. Por meses, a comunidade jurídica deparou-se com dúvida quanto à data em que o novo texto passaria a vigorar, se 16, 17 ou 18 de março. A incerteza poderia motivar enormes prejuízos para o sistema de Justiça e para as partes dos processos, em particular na medida em que divergências sobre os prazos poderiam provocar novos desentendimentos. Entretanto, como mais um passo de avanço, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) confirmaram em definitivo a data, atendendo ao pedido da OAB, que alertou para o risco.

O episódio mostra como o diálogo entre os atores envolvidos nos processos da Justiça é fundamental para o aprimoramento de nosso sistema. Dotados de um CPC mais moderno e com mais instrumentos para operar e para realizar o direito, é necessário empregá-los com propriedade para termos, cada vez mais, um ambiente jurídico melhor no país.

Não encontraremos, a partir de hoje, como num passe de mágica, uma nova realidade no sistema de Justiça. É somente o primeiro de muitos passos no extenso caminho rumo a uma Justiça célere, eficaz e efetiva. Mudou-se a lei e, agora, resta-nos alterar a cultura e a estrutura do Poder Judiciário. Como declarou o poeta espanhol Antonio Machado, o caminho se faz no caminhar. Que todos os agentes do sistema de justiça, mais do que nunca, caminhem juntos a partir de hoje.Marcus Vinicius Furtado Coêlho

Especial para o UOL
23/03/201606h00

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